“Burnout”, a síndrome do desânimo no trabalho

“Burnout”, a síndrome do desânimo no trabalho

Todas as pessoas têm seus momentos de desânimo do dia a dia da rotina profissional, mas quando esse cansaço se torna crônico e a pessoa começa a perceber muita dificuldade em realizar tarefas rotineiras e se tornarem verdadeiros fardos gerando falta de perspectivas no trabalho, cansaço e exaustão física e mental, isso tudo pode ser um sinal que você está com os sintomas da síndrome do “burnout”

Estima-se que 30% dos trabalhadores brasileiros sejam portadores da síndrome, que foi tema central do 8º Congresso da Isma-Br (International Stress Management Association), realizado em Porto Alegre (RS). Fonte: Tatiana Pronin.

O termo “burnout” vem do inglês que siginifica “queimar-se”, quem sofre do problema é consumido pelo esgotamento. Batizado pelo psicanalista americano Herbert Freudenberger, no início dos anos 70, a síndrome tem como sintomas a exaustão física e mental, a falta de perspectivas (que muitas vezes se traduz como cinismo) e ineficiência no trabalho.

Percebe-se que policiais, bombeiros e seguranças particulares, são as principais vítimas de esgotamento profissional, Depois surgem os motoristas de ônibus urbanos, muito em função da pressão do tempo e o trânsito.

E também os bancários e controladores de vôo, seguidos por executivos, profissionais de saúde e funcionários de call centers, nessa ordem. Por último, há grande categoria: pessoas que são obrigadas a trabalhar fora de sua área de atuação.

A saída para lidar com a síndrome são os processos de psicoterapia aplicado ao trabalho, além de programas de apoio anti-estresse, dentro das empresas, atividade física, aumento da qualidade de vida, promovendo atividades que gerem prazer e o desenvolvimento da espiritualidade, grande aliado em trazer paz e equilíbrio.

Rosângela Casseano é Psicóloga, Hipnoterapeuta, Master em PNL e Personal Coach